"O interesse por relatar essas idéias me chegou após longas conversas com minha querida amiga, que quero relatar aqui tão sabiamente como grande sábia e de espírito nobre, se é que vampiros teriam alguma forma etérea de ectoplasmose para eu citar, mas todavia não andariam e falavariam se não fossem animados por algum espírito amaldiçoado ou alma penante, decerto. Mas não quero falar assim dos sangue-sugas inconfiáveis ou acabarei por magoar minha amiga nobre que é de muita confiança e sentimento limpo.
Os livros sempre me foram de total valia, uma vez que comecei a me interessar pelos estudos do mundo bruxo e da história que o compreende, no ano de 1962, no curso de Arqueologia cuja localidade não vou eu relatar.
Uma grande amiga, Maria Gelhorn, me foi confidente em noites e mais noites de sono perdidas ou ganhas, tendo apenas a luz das luminárias, enquanto analisávamos e estudávamos os livros de História da Magia, e alguns romances ou crônicas escritos por algum bruxo, vampiro ou humano, sobre alguns fatos históricos e escandalosos ou não, que vieram a se suceder ao redor dos mundos.
Vou citar aqui alguns como Contos e Desencontros das Artes das Trevas, de Miranda Faustings, uma bruxa que acredita-se ter recebido a orientação de alguns bruxos das Trevas da época, que cita alguns contos verdadeiros e falsos, intrigantes e curiosos sobre as Artes das Trevas do século XX; Magia e Bruxaria na Terra de Santa Cruz, este o meu preferido, escrito por Clemente José Miguel de Silva Romero - o vampiro, onde é relatado a história da Magia no Brasil desde os tempos de colônia, não esquecendo é claro dos xamãs indígenas, sendo o autor um dos professores da Escola Real de Magia e Bruxaria do Brasil, fundada em 1809 por ingleses após a chegada da família real nos trópicos; tenho também (e é o último que lembro agora), o livro As Casas Reais Européias - Um Olhar Nobre, este escrito por Armand G. Harold, um militar que serviu na esquadra inglesa do século XVIII, e este relatarei não agora, pois carece de um estudo mais detalhado e minucioso.
Tenho tantos outros para escrever, bem como algumas de minhas experiências de vida.
Seria de todo incômodo se eu não escrevesse sobre mim um pouco, mas não agora é verdade, mas lá na frente quanto já tiver esclarecido alguns fatores Históricos - Antropológicos.
Os ventos já castigam as janelas do Castelo de Anglesey aqui no Ducado de Gales, todas feitas de zinco, mas chega a ser agourento o bater e farfalhar dos galhos do meu Carvalho sendo vítima das brincadeiras do vento enquanto eu ouço uma ópera saliente e vos escrevo tais confidências acadêmicas. Já começa a anoitecer em Anglesey e eu preciso jantar."
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