Voltando... Bem, as postagens anteriores foram feitas como um dos meus personagens mais detalhados e que mais se parecem comigo, o Duque D. Julius Black Sheldon, um homem acadêmico que seria meu alter ego, um outro eu que quis criar para possuir-me em meus momentos de folga deste mundo real.
A partir da postagem 'Abril de 2010' eu, o verdadeiro em carne e osso que atendo pelo nome de Julio de Alcantara, serei o postador destas confidências, e quando o Black retornar isso será avisado.
Era só pra ratificar qualquer mal entendido por parte dos leitores.
Já não me sinto como antes, uma vez que uma profunda tristeza invade meu coração, se é que eu ainda tenho um, fazendo-me sentir como se tivesse perdido um ente querido em algum momento da vida. Vida esta que logo terá seu fim... 'Eu nunca pedi tanto pra Deus me tirar a vida como agora eu peço.'
De uns tempos pra cá, no período em que fiquei fora daqui, estive alimentando muitas esperanças de vida e sonhando todos os dias; os amigos nem imaginam como é bom sonhar...
Alimentei esperanças de futuro e sonhei com idéias alternativas, todas com o objetivo de me fazer um homem feliz e completo. Porém, como um vendaval que carrega todas as flores frágeis de um jardim recém inaugurado, as resoluções da vida trataram de acabar com minhas esperanças e os caminhos da vida se mostraram cruéis como sempre foram e varreram as flores que haviam se formado na minha alma, todas foram varridas numa única noite, logo me tirando do meu devaneio infantil e delirante.
Mas como foi maravilhoso fazer planos e acreditar que um dia eu iria realizá-los...
Agora eu me deparei com uma realidade e estou sentindo os efeitos da droga, ou seja, está difícil aterrissar no chão e aceitar que tudo aquilo que eu cultivei em seus seis meses ou mais, não passaram de uma tentativa inútil de sonhar. E sonhar não custou nada. Quem disse que não custa?
Sonhar está me custando mais caro que qualquer coisa no mundo, pois me custa a dor que eu sinto agora e as lágrimas que vertem de meus olhos entristecidos e o vazio que estou na alma. As lembranças e os momentos ficarão e os lugares serão marcas de imagens antigas, das oportunidades em que o sorriso não deixava meu rosto nunca e os meus olhos refletiam aquela que me devolveu a vida, a vontade de viver e me permitiu escrever novas letras e quem sabe páginas no livro da minha vida, páginas estas que estão manchadas de lágrimas e nem eu mesmo sei como serão escritas a partir de hoje.
A tristeza permanece e não me deixa, são como facas afiadíssimas que me perfuram sem dó nem piedade, e o frio que faz lá fora nesta chuvosa tarde de Abril aumentam a sensação de abandono, de solidão e derrota pela qual estou passando.
Mas as pessoas fazem as suas escolhas e a vida nunca foi tão brincalhona e infiel comigo como talvez ela esteja sendo agora, nunca me senti tão marionete, tão infeliz.
Talvez um dia eu volte e escreva novas linhas da minha existência, talvez eu seja feliz por ter a vida e saúde, mas ninguém, ABSOLUTAMENTE ninguém pode viver se não consegue se sentir vivo e muito menos quando esse alguém não consegue despertar o amor no coração de uma mulher.
É só o que consigo escrever, não mais do que isso...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Abril de 2010
Passados muitos meses após a última vez que eu criei este blog, que no início tinha o objetivo apenas de guardar minhas criações românticas, meus contos e estórias diversas, agora volto a escrever aqui, infelizmente muito depois de meses de silêncio.
Meus dedos sentiam falta de bater nestas teclas e esvaziar o que eu guardo na minha mente fértil.
Este seria o lugar onde eu me esconderia e conversaria comigo mesmo, relatando em letras meus sentimentos e criações, minhas lágrimas e sorrisos que agora são uma poça pingante dentro da minha alma, devido aos acontecimentos que se deram de uns meses pra cá em minha fútil existência terrena.
A cada dia aprendo mais e quanto mais aprendo e leio esta vida complicada, mais eu procuro saber quem sou e me compreender neste lugar.
Agora este blog não terá eficácia em seu primeiro objetivo, uma vez que não tenho tempo pra escrever neste meu amigo todos os dias. Nem estórias, nem romances, e nem criações terão lugar nestas páginas, somente alguns comentários que irei tecer por aqui vez ou outra quando eu puder, como este de hoje por exemplo.
Só passei aqui para não deixar que as teias de aranha e a poeira tome conta deste diário. Agora que comecei a escrever não quero mais parar, mas não posso ficar por aqui escrevendo e escrevendo, esta que sempre será minha maior paixão.
Meus dedos sentiam falta de bater nestas teclas e esvaziar o que eu guardo na minha mente fértil.
Este seria o lugar onde eu me esconderia e conversaria comigo mesmo, relatando em letras meus sentimentos e criações, minhas lágrimas e sorrisos que agora são uma poça pingante dentro da minha alma, devido aos acontecimentos que se deram de uns meses pra cá em minha fútil existência terrena.
A cada dia aprendo mais e quanto mais aprendo e leio esta vida complicada, mais eu procuro saber quem sou e me compreender neste lugar.
Agora este blog não terá eficácia em seu primeiro objetivo, uma vez que não tenho tempo pra escrever neste meu amigo todos os dias. Nem estórias, nem romances, e nem criações terão lugar nestas páginas, somente alguns comentários que irei tecer por aqui vez ou outra quando eu puder, como este de hoje por exemplo.
Só passei aqui para não deixar que as teias de aranha e a poeira tome conta deste diário. Agora que comecei a escrever não quero mais parar, mas não posso ficar por aqui escrevendo e escrevendo, esta que sempre será minha maior paixão.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Memórias do Diário de D. Július B. Sheldon - Pág 15 e 16
"O interesse por relatar essas idéias me chegou após longas conversas com minha querida amiga, que quero relatar aqui tão sabiamente como grande sábia e de espírito nobre, se é que vampiros teriam alguma forma etérea de ectoplasmose para eu citar, mas todavia não andariam e falavariam se não fossem animados por algum espírito amaldiçoado ou alma penante, decerto. Mas não quero falar assim dos sangue-sugas inconfiáveis ou acabarei por magoar minha amiga nobre que é de muita confiança e sentimento limpo.
Os livros sempre me foram de total valia, uma vez que comecei a me interessar pelos estudos do mundo bruxo e da história que o compreende, no ano de 1962, no curso de Arqueologia cuja localidade não vou eu relatar.
Uma grande amiga, Maria Gelhorn, me foi confidente em noites e mais noites de sono perdidas ou ganhas, tendo apenas a luz das luminárias, enquanto analisávamos e estudávamos os livros de História da Magia, e alguns romances ou crônicas escritos por algum bruxo, vampiro ou humano, sobre alguns fatos históricos e escandalosos ou não, que vieram a se suceder ao redor dos mundos.
Vou citar aqui alguns como Contos e Desencontros das Artes das Trevas, de Miranda Faustings, uma bruxa que acredita-se ter recebido a orientação de alguns bruxos das Trevas da época, que cita alguns contos verdadeiros e falsos, intrigantes e curiosos sobre as Artes das Trevas do século XX; Magia e Bruxaria na Terra de Santa Cruz, este o meu preferido, escrito por Clemente José Miguel de Silva Romero - o vampiro, onde é relatado a história da Magia no Brasil desde os tempos de colônia, não esquecendo é claro dos xamãs indígenas, sendo o autor um dos professores da Escola Real de Magia e Bruxaria do Brasil, fundada em 1809 por ingleses após a chegada da família real nos trópicos; tenho também (e é o último que lembro agora), o livro As Casas Reais Européias - Um Olhar Nobre, este escrito por Armand G. Harold, um militar que serviu na esquadra inglesa do século XVIII, e este relatarei não agora, pois carece de um estudo mais detalhado e minucioso.
Tenho tantos outros para escrever, bem como algumas de minhas experiências de vida.
Seria de todo incômodo se eu não escrevesse sobre mim um pouco, mas não agora é verdade, mas lá na frente quanto já tiver esclarecido alguns fatores Históricos - Antropológicos.
Os ventos já castigam as janelas do Castelo de Anglesey aqui no Ducado de Gales, todas feitas de zinco, mas chega a ser agourento o bater e farfalhar dos galhos do meu Carvalho sendo vítima das brincadeiras do vento enquanto eu ouço uma ópera saliente e vos escrevo tais confidências acadêmicas. Já começa a anoitecer em Anglesey e eu preciso jantar."
Os livros sempre me foram de total valia, uma vez que comecei a me interessar pelos estudos do mundo bruxo e da história que o compreende, no ano de 1962, no curso de Arqueologia cuja localidade não vou eu relatar.
Uma grande amiga, Maria Gelhorn, me foi confidente em noites e mais noites de sono perdidas ou ganhas, tendo apenas a luz das luminárias, enquanto analisávamos e estudávamos os livros de História da Magia, e alguns romances ou crônicas escritos por algum bruxo, vampiro ou humano, sobre alguns fatos históricos e escandalosos ou não, que vieram a se suceder ao redor dos mundos.
Vou citar aqui alguns como Contos e Desencontros das Artes das Trevas, de Miranda Faustings, uma bruxa que acredita-se ter recebido a orientação de alguns bruxos das Trevas da época, que cita alguns contos verdadeiros e falsos, intrigantes e curiosos sobre as Artes das Trevas do século XX; Magia e Bruxaria na Terra de Santa Cruz, este o meu preferido, escrito por Clemente José Miguel de Silva Romero - o vampiro, onde é relatado a história da Magia no Brasil desde os tempos de colônia, não esquecendo é claro dos xamãs indígenas, sendo o autor um dos professores da Escola Real de Magia e Bruxaria do Brasil, fundada em 1809 por ingleses após a chegada da família real nos trópicos; tenho também (e é o último que lembro agora), o livro As Casas Reais Européias - Um Olhar Nobre, este escrito por Armand G. Harold, um militar que serviu na esquadra inglesa do século XVIII, e este relatarei não agora, pois carece de um estudo mais detalhado e minucioso.
Tenho tantos outros para escrever, bem como algumas de minhas experiências de vida.
Seria de todo incômodo se eu não escrevesse sobre mim um pouco, mas não agora é verdade, mas lá na frente quanto já tiver esclarecido alguns fatores Históricos - Antropológicos.
Os ventos já castigam as janelas do Castelo de Anglesey aqui no Ducado de Gales, todas feitas de zinco, mas chega a ser agourento o bater e farfalhar dos galhos do meu Carvalho sendo vítima das brincadeiras do vento enquanto eu ouço uma ópera saliente e vos escrevo tais confidências acadêmicas. Já começa a anoitecer em Anglesey e eu preciso jantar."
Introduções do Autor
"Ao me recordar exatamente dos fatos que sempre me acompanharam nos últimos anos, das pessoas que passaram em minha vida, das situações em que me encontrei, sempre me surge um aperto na barriga, ou um friozinho no coração (seria o contrário, não?).
Talvez por pessoas interessantes que foram embora, e situações que eu sei que jamais voltarão ou momentos inesquecíveis que ficaram marcados na memória como um ferro em brasa marca o corpo de um gado.
Fui criado por minha querida mãe, quer ela tenha falecido ou desaparecido, pois é e sempre será uma mulher de mistérios, a Duquesa da Cornualha como lhe fora digno o título por D. Francisco I da Áustria, digno da família mui antiga e nobre, os Black, que me criou em Londres, em meio a acontecimentos políticos e eventos catabálticos, como a Segunda Guerra Mundial.
As pessoas não sabiam em quem confiar e nem onde depositarem seu amor, e foi meu pai, o Duque da Cornualha, Raymond Farwan de Iorque Sheldon, da Casa de Iorque, uma das mais antigas Casas Reais Européias, um exímio artista plástico nas horas vagas, Auror do Ministério e Bruxo de Segunda Classe e Professor de Herbologia em Durmstrang, um verdadeiro Lorde inglês, talvez seja dele que eu tenha herdado meu amor aos conhecimentos acadêmicos, que depositou todo amor e confiança em minha querida mãe, Helena Black de Iorque Sheldon, para que cuidasse de mim e me mantivesse longe dos acontecimentos futuros e que se desenrolavam no presente momento. Ela, por sua vez, me ocultou o quanto pôde de toda ameaça dos que ela dizia ser inimigo ( não se sabe se Aurores ou Bruxos das trevas ), e não me deixou ir estudar no Instituto Durmstrang como meu pai.
Essa história eu vim a descobrir ha pouco tempo, vasculhando alguns documentos antigos de minha família e entrevistando o elfo doméstico que fora de minha mãe e da casa que herdei dela, e me causa remorso e surpresa em saber que tais acontecimentos permaneceram ocultos de mim por todos.
A Segunda Guerra Mundial terminou, e há três anos antes eu teria terminado Hogwarts, e passei e me dedicar aos estudos da História da Magia, consolidando-me logo depois, em 1945 mesmo, ao estudo de Antropologia bruxa em Londres.
Em seguida eu estudaria Arqueologia onde conseguiria fazer inúmeras viagens inclusive ao Brasil, onde conheci tribos indígenas e fiz escavações, aprendendo também magias, unguentos e poções nos trópicos junto com os nativos da região da floresta Amazônica, terminando esses estudos precisamente em 1959.
Os acontecimentos se deslocaram e me parte o coração ter de relatar e lembrar de tudo assim tão detalhadamente, e até o presente momento, eu estaria convicto de que eu assumiria o Ducado da Cornualha como minha mãe sempre quis, e assim honraria o sangue e a Casa Real dos Black e Sheldon.
Os anos foram passando e eu conheci uma pessoa que me levaria aos céus de maneira tão simples e sonhadora, Camilly Riddle, uma menina encantadora e mágica, mas nos separaríamos logo depois, para sempre infelizmente.
A década de 70 chegaria com fatos ainda mais assustadores.
Um novo poder nasceu e as pessoas começaram a se alistar a esta Nova Ordem, o curso das coisas mudou, minha mãe teria desaparecido e meu pai morrido, lutando como Auror pelo Ministério da Magia contra Ele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Desde então eu nunca mais teria notícias concretas de Dona Helena Black, exceto alguns rumores até ela sumir completamente, até hoje.
Esta é a introdução, só para os amigos saberem como foi meu começo, como que se deu e porque de minha mãe nunca aparecer e onde foi parar meu valioso pai.
A guerra que se seguiu, com preconceitos de sangues de famílias nobres no meio bruxo, muito me entristeceu, inclusive por minha querida mãe começar a querer me fazer odiar os trouxas e amar tanto o nome de nossa família nobre Européia, que eu apenas não quis mais saber disso e me ausentei antes dela sumir completamente ( os maledicentes afirmam ter a mesma virado Comensal ), que eu abri minha própia Biblioteca aos poucos.
Não nasci para Auror, nem pra Comensal, e encontrei nos livros o refúgio que eu precisava, a porta para escapar e a água para matar minha sede.
Se faltou alguma coisa peço perdão aos leitores.
Esta introdução é a base para que eu comece a falar sobre as aventuras e os contos que eu vim a encontrar e conhecer nos livros maravilhosos que consegui para minha biblioteca, agora uma grande sala em meu Castelo de Gales."
Talvez por pessoas interessantes que foram embora, e situações que eu sei que jamais voltarão ou momentos inesquecíveis que ficaram marcados na memória como um ferro em brasa marca o corpo de um gado.
Fui criado por minha querida mãe, quer ela tenha falecido ou desaparecido, pois é e sempre será uma mulher de mistérios, a Duquesa da Cornualha como lhe fora digno o título por D. Francisco I da Áustria, digno da família mui antiga e nobre, os Black, que me criou em Londres, em meio a acontecimentos políticos e eventos catabálticos, como a Segunda Guerra Mundial.
As pessoas não sabiam em quem confiar e nem onde depositarem seu amor, e foi meu pai, o Duque da Cornualha, Raymond Farwan de Iorque Sheldon, da Casa de Iorque, uma das mais antigas Casas Reais Européias, um exímio artista plástico nas horas vagas, Auror do Ministério e Bruxo de Segunda Classe e Professor de Herbologia em Durmstrang, um verdadeiro Lorde inglês, talvez seja dele que eu tenha herdado meu amor aos conhecimentos acadêmicos, que depositou todo amor e confiança em minha querida mãe, Helena Black de Iorque Sheldon, para que cuidasse de mim e me mantivesse longe dos acontecimentos futuros e que se desenrolavam no presente momento. Ela, por sua vez, me ocultou o quanto pôde de toda ameaça dos que ela dizia ser inimigo ( não se sabe se Aurores ou Bruxos das trevas ), e não me deixou ir estudar no Instituto Durmstrang como meu pai.
Essa história eu vim a descobrir ha pouco tempo, vasculhando alguns documentos antigos de minha família e entrevistando o elfo doméstico que fora de minha mãe e da casa que herdei dela, e me causa remorso e surpresa em saber que tais acontecimentos permaneceram ocultos de mim por todos.
A Segunda Guerra Mundial terminou, e há três anos antes eu teria terminado Hogwarts, e passei e me dedicar aos estudos da História da Magia, consolidando-me logo depois, em 1945 mesmo, ao estudo de Antropologia bruxa em Londres.
Em seguida eu estudaria Arqueologia onde conseguiria fazer inúmeras viagens inclusive ao Brasil, onde conheci tribos indígenas e fiz escavações, aprendendo também magias, unguentos e poções nos trópicos junto com os nativos da região da floresta Amazônica, terminando esses estudos precisamente em 1959.
Os acontecimentos se deslocaram e me parte o coração ter de relatar e lembrar de tudo assim tão detalhadamente, e até o presente momento, eu estaria convicto de que eu assumiria o Ducado da Cornualha como minha mãe sempre quis, e assim honraria o sangue e a Casa Real dos Black e Sheldon.
Os anos foram passando e eu conheci uma pessoa que me levaria aos céus de maneira tão simples e sonhadora, Camilly Riddle, uma menina encantadora e mágica, mas nos separaríamos logo depois, para sempre infelizmente.
A década de 70 chegaria com fatos ainda mais assustadores.
Um novo poder nasceu e as pessoas começaram a se alistar a esta Nova Ordem, o curso das coisas mudou, minha mãe teria desaparecido e meu pai morrido, lutando como Auror pelo Ministério da Magia contra Ele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Desde então eu nunca mais teria notícias concretas de Dona Helena Black, exceto alguns rumores até ela sumir completamente, até hoje.
Esta é a introdução, só para os amigos saberem como foi meu começo, como que se deu e porque de minha mãe nunca aparecer e onde foi parar meu valioso pai.
A guerra que se seguiu, com preconceitos de sangues de famílias nobres no meio bruxo, muito me entristeceu, inclusive por minha querida mãe começar a querer me fazer odiar os trouxas e amar tanto o nome de nossa família nobre Européia, que eu apenas não quis mais saber disso e me ausentei antes dela sumir completamente ( os maledicentes afirmam ter a mesma virado Comensal ), que eu abri minha própia Biblioteca aos poucos.
Não nasci para Auror, nem pra Comensal, e encontrei nos livros o refúgio que eu precisava, a porta para escapar e a água para matar minha sede.
Se faltou alguma coisa peço perdão aos leitores.
Esta introdução é a base para que eu comece a falar sobre as aventuras e os contos que eu vim a encontrar e conhecer nos livros maravilhosos que consegui para minha biblioteca, agora uma grande sala em meu Castelo de Gales."
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Os Diários de Julius B. Sheldon
Começando meu blog neste dia 23/07/2099 às 22:55, onde postarei as minhas aventuras, minhas confidências particulares e algumas, senão todas, as minhas experiências com os livros e o universo mágico e profano que existe dentro de cada um deles.
Espero sinceramente que gostem do que irei lhes confidenciar aqui.
Muitas destas aventuras e estórias aqui citadas surgiram antes desta data, mas só agora posso vos relatar em minha residência em meu Castelo na ilha de Anglesey, onde excerço a função de Arquiduque de Gales, não muito longe de Paris, onde sou Conde.
Espero sinceramente que gostem do que irei lhes confidenciar aqui.
Muitas destas aventuras e estórias aqui citadas surgiram antes desta data, mas só agora posso vos relatar em minha residência em meu Castelo na ilha de Anglesey, onde excerço a função de Arquiduque de Gales, não muito longe de Paris, onde sou Conde.
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